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	<description>Tecnologia no dos outros é refresco</description>
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		<title>Datacenters do futuro</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 20:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou um curioso com relação à soluções de datacenter, não apenas pela questão ambiental mas também pela parte tecnológica. Sempre que posso, visito datacenters. No Brasil conheci vários, não apenas em São Paulo, mas no Rio e em Brasília, inclusive o de órgãos do governo e estatais. Nos EUA eu conheci o datacenter do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou um curioso com relação à soluções de datacenter, não apenas pela questão ambiental mas também pela parte tecnológica. Sempre que posso, visito datacenters. No Brasil conheci vários, não apenas em São Paulo, mas no Rio e em Brasília, inclusive o de órgãos do governo e estatais. Nos EUA eu conheci o datacenter do Citibank (longa história), mas isso foi há alguns anos, de maneira que a &#8220;nave-mãe&#8221; que vi na época deve ter mudado bastante desde então.</p>
<p>Tudo isso para dizer que faz tempo que não via um desenho e solução tão interessante para datacenter como <a href="http://meeting-reg.com/sunhpcc/presentations/SunHPCC_Marc_Parizeau.pdf">esta</a>. Este datacenter em Quebéc oferece um pouco dos dois mundos (preocupação ambiental e eficiência técnica) através da reutilização de estruturas existentes, aproveitamento de &#8220;resíduos&#8221; (ar quente para calefação do escritório adjacente), economia de material de cabeamento, facilidade de manutenção/gestão e refrigeração, não apenas com um modelo mais inteligente/inovador que o atual &#8220;corredor quente/corredor frio&#8221;, mas com a possibilidade de aproveitamento do ar gelado externo (no inverno), entre outras soluções simples, mas inteligentes. Vale a pena conhecer (via <a href="http://www.datacenterknowledge.com/archives/2009/12/10/wild-new-design-data-center-in-a-silo">Datacenter Knowledge</a>).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1qyCH2G8epo&amp;rel=0&amp;border=1&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/v/1qyCH2G8epo&amp;rel=0&amp;border=1&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Analogia do avião &#8211; Arte, Ordem e o Caos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 02:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundinho corporativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu era moleque e estudava para tirar o meu brevet, tínhamos uma matéria chamada Navegação Aérea. Essa matéria causava pavor nos alunos justamente porque, na prova teórica do DAC (hoje ANAC), tínhamos um exercício de navegação que era responsável por bombar boa parte dos candidatos (e a maioria bombava). A coisa levava certo tempo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu era moleque e estudava para tirar o meu brevet, tínhamos uma matéria chamada Navegação Aérea. Essa matéria causava pavor nos alunos justamente porque, na prova teórica do DAC (hoje ANAC), tínhamos um exercício de navegação que era responsável por bombar boa parte dos candidatos (e a maioria bombava). A coisa levava certo tempo, pois todos os cálculos tinham de ser feitos na unha! Os milicos não perdoavam, e o tempo para fazer a navegação era curto (além de responder uma porrada de outras questões). Um mísero erro no começo, no meio ou no fim do planejamento de vôo, um número fora e tchau. E errar era MUITO fácil. O nosso &#8220;computador&#8221; de bordo não tinha bateria nem funcionava com energia. Ele funcionava no dedo e no lápis (meu Jeppesen E6B, um clássico, deve estar perdido em alguma gaveta de casa). É sempre bom saber o que fazer no modo &#8220;analógico&#8221;&#8230; ;-)</p>
<p>A navegação aérea, como o nome sugere, consiste em planejar o vôo, da decolagem ao pouso. Numa prática destas, um dos primeiros passos é calcular o consumo de combustível até o TOC (top of climb), ponto que simboliza a transição entre a subida e o vôo dito &#8220;de cruzeiro&#8221; (quando você voar, preste atenção nesse momento &#8211; que podem ser mais de um, dependendo do procedimento de subida adotado no aeroporto que você está decolando). O grande lance era fazer o cálculo do gasto de combustível de acordo com a altitude (sim, porque o consumo varia de acordo com a pressão atmosférica, entre outros fatores), o tempo estimado de subida (que poderia variar de acordo com a presença de vento, por exemplo), consumo médio do avião em regimes variáveis de potência, entre outras. Nesta etapa, as constantes são: razão de subida, tipo de combustível utilizado, pressão ao nível do mar (dada pelo último METAR) e outras coisas que eu devo ter esquecido. <strong>Moral da história:</strong> fazer um plano de vôo completo era tarefa tediosa e sacal. No aeroclube, eu gostava mesmo era encher o tanque, ligar o motor, taxiar e flanar sem rumo, apenas curtindo o visual e a sensação de controle sobre a máquina. Se você gosta de dirigir um carro &#8211; e eu adoro &#8211; a sensação de pilotar um avião é muito parecida, só que com outros componentes &#8211; o melhor deles: o fato de você não poder simplesmente parar e descer. ;-)</p>
<p><strong>Empresas, Aviões, Projetos e Vôos<br />
</strong></p>
<p>Empresas podem ser vistas como aviões, em certo ponto. Projetos, podem ser vistos como vôos, também em certo ponto. Foi-se o tempo sintetizado pelo slogam: <em>&#8220;remember when flying was dangerous and sex was safe&#8221;</em>&#8230; Pilotos viraram gerentes de uma máquina complexa, que deve ser gerenciada corretamente, para segurança dos passageiros e lucratividade da empresa (as vezes essa ordem se inverte, mas isso é uma outra história).</p>
<p>Em muitas empresas, dado o dinamismo e a inexistência de constantes, o motor (as vezes pode ser um motorzinho a pistão ou uma turbina capaz de arrastar 100t) deve estar preparado para beber e queimar o combustível que aparecer. Numa hora entra querosene, noutra entra gasolina, álcool, carvão e, sabe lá, lenha! Além disso, o &#8220;avião&#8221; deve estar preparado para o caso de o motor aumentar ou diminuir a potência subitamente, sem aviso. Acima de tudo: o avião e o seu(s) piloto(s), devem estar preparados para apontar o nariz do avião para rumos diferentes daqueles que, há poucos instantes, estavam buscando manter na bússola. Voar pode ser uma atividade emocionante. <strong>Entretanto, para tudo existe um limite.</strong></p>
<p>Se a empresa pretende chegar a algum destino, ou pelo menos próximo de um destino &#8211; seja ele uma escala ou destino final do dia (ou do mês, do ano&#8230;) ela deve se preocupar em dar e cobrar de seus pilotos o maior número possível de constantes e, principalmente, que sigam rigorosamente os procedimentos, por mais burocráticos que estes pareçam.</p>
<p><strong>Voar por diversão</strong></p>
<p>Um tipo de vôo particularmente divertido, onde existem poucas coisas a se considerar &#8211; do ponto de vista de custo, destino, conforto e até mesmo segurança, é o vôo de planadores. Voar à vela é sensacional, é belo. Uma experiência única. Um planador tem pouquíssimos instrumentos em seu painel, em grande parte porque você está ali para voar, não para apertar botões, seguir check-lists ou um plano de vôo estabelecido. Você está ali para satisfazer unicamente você e, talvez, seu parceiro de vôo com quem divide o canopy. Voa-se pelo simples prazer de voar, tendo apenas um manche, dois pedais e o ar passando pela asa. É física pura, é poesia. Pode ser visto até como arte. Contudo, no vôo à vela, salvo raríssimas exceções, você decola com auxílio de um avião e volta ao mesmo lugar de onde saiu&#8230;</p>
<p><strong>Voar por obrigação</strong></p>
<p>Agora pense num 737 com 190 passageiros. Vá um pouco mais longe e pense numa companhia aérea que tem vários 737s, 757s, A320s, etc no ar. Experimente falar em arte e poesia para os passageiros destes aviões. Experimente dizer, depois de decolar, que você ainda não sabe muito bem onde e quando vai pousar (mas uma hora você vai fazer isso). Você decidiu que está a fim de dar umas voltas por aí, sem compromisso, em nome da arte de voar! Ou então, você decide que pequenas variações (ventos na hora da decolagem ou em rota, por exemplo) podem levar a resultados (e destinos) imprevisíveis, e por isso, pouco adianta planejar ou dizer onde o avião vai pousar.</p>
<p>Primeiro, os passageiros não vão entender. Voar para eles é apenas um meio e não uma &#8220;curtição&#8221;, um fim (como pode ser para alguns pilotos). Segundo, esqueça tudo o que você sabe sobre sustentação e aerodinâmica: o que faz um avião voar é dinheiro. E dinheiro vêm de apenas um lugar: clientes.</p>
<p>Então, na minha opinião, manter um avião com passageiros ou uma empresa no ar não deve ser encarado apenas como arte, tampouco deve ser regida única e exclusivamente pela Teoria do Caos. Não existe &#8220;arte&#8221; em pilotar um avião de passageiros, não existe &#8220;caos&#8221; em gerir uma empresa -  especialmente se esta depende de clientes. Sou partidário do conceito de auto-organização, mas dentro de limites bem definidos. Numa empresa não existe tempo para que o sistema se auto-organize da forma como acontece na Natureza, por exemplo. Não há tempo para que as regras sejam estabelecidas sozinhas. A escala de tempo natural (pense em éons) e o número de variáveis existentes é inimaginável para nós, réles mortais, quiçá para organizações. Então, em aviação (e em empresas), devem prevalecer processos, check-lists, comunicação (que pode significar documentação sim senhor), procedimentos e regras bem definidas &#8211; de preferência, inteligentes, simples e seguras. Voe regido pelo caos, ou mesmo no limite do caos (&#8220;The Edge of Caos&#8221;) e você poderá perder passageiros por atrasos e ineficiência. &#8220;Pilote&#8221; uma empresa por arte e você poderá ver seu dinheiro correndo para o ralo (ou, se preferir, pelo fuel dumper)&#8230; Claro, você pode acertar algumas vezes, mas será que a quantidade de acertos não tende a ser igual a de erros?  No Caos você até pode encontrar uma ordem, um padrão, mas talvez isso vá levar o mesmo tempo que levou para que cardumes pudessem caçar em conjunto (e eficientemente), sem seguir um &#8220;plano&#8221;. Eles levaram milhões de anos, várias tentativas e erros, várias gerações e indivíduos, que se sucederam (nasceram e morreram), na dança da evolução natural, para atingir este estágio. Quanto tempo você precisa para que a sua empresa se (auto)organize? Quanto tempo ela terá para encontrar uma ordem?</p>
<p><strong>Sobre o caos e as organizações</strong></p>
<p>Buscar a ordem, muito mais do que preteri-la ao Caos, é fundamental. Diz-se que estar no limite entre a ordem e o caos é pre requisito para sucesso. Mas se você parar para pensar, virtualmente TODAS as organizações situam-se nesta exata posição, e mesmo assim, inúmeras falham. Então o argumento é falho. Na minha opinião, empresas que fazem sucesso ou fracassam não o fazem por estarem dentro ou fora do limite do caos, pelo contrário. Competência, sorte e timing, por exemplo, influenciam o sucesso ou fracasso muito mais que um simples &#8220;estado&#8221; das coisas. Talvez estar no limite do caos e ordem seja o &#8220;estado&#8221; mais adequado para que regras e ordem emerjam e logo depois desapareçam, dando lugar a uma nova ordem. <strong>Entretanto à tendência é sempre pela ordem, </strong>mesmo que esta seja efêmera. Buscar a ordem, mais do que buscar o caos, é fundamental.</p>
<p><strong>Sobre a &#8220;arte&#8221; de voar e o Caos no ar<br />
</strong></p>
<p>Atendimento de primeira, poltronas de couro de antílope do himalaia, soluções inovadoras de embarque, idéias geniais de serviço e entretenimento a bordo, aeromoças bonitas e simpáticas, pilotos geniais, tudo isso é muito importante, é diferencial &#8211; <strong>mas é &#8220;secundário&#8221;</strong>. O prioritário é levar o passageiro para o seu destino (frise-se: o destino do cliente, não o &#8220;destino&#8221; do piloto), com conforto, no tempo e no horário escolhido por ele, com margens mínimas de atraso. E para isso, nada melhor que métodos, processos e (por que não?), um pouco de &#8220;burocracia&#8221; (entre aspas, pois existe a boa burocracia, por mais que você acredite que não). Burocracia daquelas que artistas normalmente detestam. Seguir processos e ter métodos não significa impossibilidade de mudar, não significa ir contra a natureza. Significa, simplesmente, tentar (e conseguir) manter a ordem ao invés do caos, mesmo que temporariamente. O número de variáveis não é infinito, muito pelo contrário.</p>
<p>Nas empresas, é muito importante ter inovação, genialidade, arte e sacadas que só um artista pode ter. Entretanto, a empresa ainda precisa de pilotos gestores e precisam de processos. Empresas precisam de ordem. Afinal, os passageiros não estão interessados em esperar você bolar, enquanto voa e gasta combustível, um jeito novo e revolucionário de pousar o avião, a cada pouso &#8211; quem sabe os passageiros do próximo vôo fiquem interessados na sua novidade &#8211; não os que estão à bordo, tenha certeza. Ou então, que o pouso seja mera obra do acaso (ou da &#8220;ordem emergida do caos&#8221;, se você preferir).</p>
<p>Diz-se por aí, baseando-se em fracassos monumentais (<em>esquecendo-se, convenientemente, dos sucessos tão ou mais monumentais</em>) &#8211; que engenharia, processos, métodos, gerenciamento de times, métodos tradicionais de gestão de pessoas, etc não podem ser aplicados no desenvolvimento de software, ou mesmo em tecnologia da informação de uma maneira geral. Generaliza-se e prega-se a &#8220;arte&#8221; ao invés do método, da regra. Usa-se a Teoria do Caos para justificar falta de ação coordenada e ordenada. Eu discordo.</p>
<p><strong>Ordem e Processos versus Caos e a Arte</strong></p>
<p>Em TI, em especial em operações e manutenção, desenvolvimento, processos e regras &#8211; dê o nome que quiser, monte a sopa de letrinhas que desejar: ITIL, Cobit, ISO, metodologias, processos, etc &#8211; <strong>são importantes e necessários sim</strong>, por mais que se diga que estas devem ser deixadas de lado, pois são burocráticas, não funcionam (ou funcionam pouco).</p>
<p>Pare para pensar se você não está querendo colocar um piloto de planador (ou um acrobata) para levar um avião comercial cheio de pessoas de um lugar a outro. Pense se você não está querendo aplicar uma teoria de escala planetária/universal para uma situação simples como o desenvolvimento e manutenção de software ou gestão de serviços/produtos.</p>
<p>Um 737 não é uma obra de arte ou uma &#8220;peça&#8221; artística e artesanal. Um 737, assim como uma empresa, não é regido pela Teoria do Caos. Um 737 é um amontoado de alumínio, fios, materiais compostos, aviônicos, sensores, regras e check-lists burocráticos. E ele é assim por uma boa razão, e ele <strong>funciona</strong> por uma boa razão. Sim, aviões caem de vez enquando, empresas quebram de vez enquando, projetos idem (em maior ou menor quantidade). Entretanto, isso não é motivo para descartar, tampouco invalidar métodos ou processos consagrados como, por exemplo, ITIL &#8211; mesmo que você os adote parcialmente. Então, da próxima vez que for voar um teco-teco, não diga que que você não pode fazer um plano de vôo por que é burocrático e não funcionará. Ou então, que os planos de vôos existentes só servem para aviões do porte do 737, e que um teco-teco não vai se beneficiar em usar um. Você não precisa usar ITIL de cabo-a-rabo da mesma maneira que você não precisa voar um teco-teco usando Lorenz, VORs, DMEs, Tacans, Glonass, ILS, WAAS, sistemas hiperbólicos (a sopa de letrinhas vai longe)&#8230; <strong>Você precisa sim, seguir algumas regras e criar (e buscar) alguns padrões. </strong>Mas isso é apenas a minha opinião&#8230; ;-)<strong><br />
</strong></p>
<p>Não estamos mais na era da aviação de ouro, dos vôos à arco e flecha, da aventura. <em>It&#8217;s better to be down here wishing you were up there, than up there wishing you were down here.</em></p>
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		<title>Cancelled without prejudice</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 03:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Unsorted]]></category>

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		<description><![CDATA[O final do mês de Setembro e começo de Outubro foi um período bastante difícil para mim. Como bom taurino, é comum me sentir em apuros diante da necessidade de tomar uma decisão entre uma opção ou outra sem ter elementos claros e/ou palpáveis, ou mesmo tempo para coletar dados e informações sobre estas opções. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O final do mês de Setembro e começo de Outubro foi um período bastante difícil para mim. Como bom taurino, é comum me sentir em apuros diante da necessidade de tomar uma decisão entre uma opção ou outra sem ter elementos claros e/ou palpáveis, ou mesmo tempo para coletar dados e informações sobre estas opções. Quando a diferença entre elas são óbvias (ex: algo bom versus algo ruim), fica fácil decidir. Mas e quando ambas opções são muito boas? Foi exatamente o que me aconteceu no campo profissional.</p>
<p>Depois de 6 meses como consultor e 10 meses como Coordenador de TI numa das melhores ONGs onde já pude trabalhar (um time de primeira, uma estrutura ímpar, orçamento 100% garantido), decidi que era hora de buscar uma oportunidade na iniciativa privada e encerrar, pelo menos por enquanto, minha longa relação com a Amazônia e com o terceiro setor. Precisava aprender como funciona uma empresa grande, sacar qual era desse mundo e passar para o &#8220;outro lado&#8221;, uma vez que só tinha contato, esporádico, como <a href="http://www.alexhubner.com">consultor autônomo</a>. Se pudesse ser em uma empresa de tecnologia, melhor ainda.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="visa_low" src="http://www.cfgigolo.com/unsorted/visa_low1.jpg" alt="visa_low" width="480" height="314" /></p>
<p>Entre as oportunidades que apareceram, a primeira era bastante tentadora: trabalhar na área de desenvolvimento web do BID, o Banco Interamericano de Desenvolvimento. O fato de o BID ser uma grande organização/instituição já era interessante por si só &#8211; e cumpria os objetivos que eu havia fixado para &#8220;novos desafios&#8221;. Se adicionarmos o fato de o BID ser uma instituição internacional e multicultural, de o trabalho ser em Washington DC (uma das melhores cidades dos EUA para se viver, apesar do custo de vida elevado) e, oras, de o salário ser em dólares, a oportunidade era praticamente irrecusável. Foi graças a um grande amigo (que inclusive já foi editor neste blog) que tive acesso a esta oportunidade. Nessas horas é que você percebe que, de fato e a despeito de todas as dicas manjadas de gurus de auto-ajuda, é muito importante manter um bom network. Eu sou profundamente grato ao Emanuel Costa por ter aberto as portas para mim no BID (e espero que elas se mantenham abertas).</p>
<p>Malas prontas, passagens compradas, visto de trabalho G4, instruções deixadas eis que me aparece a Locaweb&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2030" title="locaweb_low" src="http://www.cfgigolo.com/unsorted/locaweb_low.jpg" alt="locaweb_low" width="480" height="108" /><br />
Eu tenho uma longa história de relacionamento com a Locaweb. Sou cliente e indico seus serviços há muito tempo. Sempre tive admiração por esta empresa, que é pioneira na hospedagem de sites e aplicativos para Internet, especializando-se também em Telecomunicações e Datacenter&#8230; bem, a Locaweb dispensa apresentações =).</p>
<p>Antes mesmo de começar a conversar com o BID, eu já estava participando do processo seletivo na Locaweb. Mas a resposta demorava a vir. Na data limite, e já tendo dado um &#8220;sim&#8221; verbal para o pessoal do BID, a proposta da Locaweb finalmente chega.</p>
<p>Eu detesto desistir (e avisar) em cima da hora, mas neste caso não tive saída. Aceitei a proposta da Locaweb e disse não para o BID, Washington, ColdFusion, etc, etc&#8230; Fiz mesmo sem ter certeza de que estava fazendo a coisa certa (ainda não sei, e claro, não saberei nunca). Mesmo aplicando-se a regra do &#8220;nunca olhar para trás&#8221;, é uma decisão foda.</p>
<p>O que ameniza a minha barra com o BID  é que pelo menos eu ainda não tinha assinado um contrato, e fazia menos de uma semana que o BID havia feito a proposta, tempo razoável para pensar em aceitá-la ou não &#8211; ainda mais implicando em mudança de país. Nesse último aspecto, vale mencionar, achei que eles poderiam ter oferecido um pouco mais de ajuda para a expatriação, mas isso foi apenas um detalhe, e pesou pouco na desistência. De qualquer maneira, o mais importante é que eu ainda não tinha embarcado para os EUA e começado a trabalhar. Ainda sim, me sinto em grande débito e profundamente incomodado por ter desistido tão próximo da data de embarcar, e espero que as pessoas envolvidas entendam a minha decisão.</p>
<p>Foi muito difícil, mas pesou a possibilidade de se trabalhar numa empresa inovadora, numa área fascinante e em profunda mudança (já dizia o ditado do Google: &#8220;<em>My other computer is a data center</em>&#8220;), e onde as relações de trabalho são diferentes e alinhadas com aquilo que <a href="http://www.cfgigolo.com/category/mundinho-corporativo/">penso</a> sobre organizações: sem preconceitos, sem frescuras, regras estúpidas e hierarquia exarcebada, entre outras futilidades. Preza-se pelo mérito, pela qualidade e por outros atributos e medições muito mais pertinentes (imho).</p>
<p>Ficar no Brasil também tem as suas vantagens práticas. Moro há 300 quilometros de um dos lugares mais bonitos do planeta: o Planalto do Itatiaia, dentro do Parque Nacional do Itatiaia &#8211; do qual sou membro do Conselho Consultivo. Mesmo que os EUA seja um país igualmente bonito, me faria muita falta o que temos aqui. Tenho uma ligação especial com Itatiaia e com as montanhas da Mantiqueira. Entra no pacote também a família e a questão cultural. Eu conheço bem os EUA, já passei algumas temporadas por lá (não como turista) e, creio não ser movido pelo desejo tão latente em nós, latino-americanos, de conhecer e viver o &#8220;american dream&#8221;, uma cultura e estilo de vida que, no fundo, já conheço. Mas isso já uma outra (longa) história.</p>
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		<title>Tietagem</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 15:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantos de vocês já puderam apertar a mão ou conversar (sobre as impressões pessoais e emoções) com alguém que já esteve no espaço? Pois eu já! Mês passado, vindo de Manaus, numa escala atrasada em Brasília, conheci Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro, que esteve na ISS durante uma semana. Eu já tinha falado sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos de vocês já puderam apertar a mão ou conversar (sobre as impressões pessoais e emoções) com alguém que já esteve no espaço? Pois eu já! Mês passado, vindo de Manaus, numa escala atrasada em Brasília, conheci Marcos Pontes, o primeiro astronauta brasileiro, que esteve na ISS durante uma semana. Eu já <a href="http://www.cfgigolo.com/2006/04/dreamer/">tinha falado</a> sobre ele em 2006 aqui mesmo. Marcos é astronauta da NASA, engenheiro aeronautico pelo ITA, além de piloto de caças e tenente-coronel da FAB. Em suma: é um típico astronauta (coloque aqui toda a aura que um astronauta carrega &#8211; para mim ele já era fodão apenas por ser piloto de caça&#8230;).</p>
<p>Celebridade anônima, num país onde ídolos são jogadores de futebol, cantores de funk e outros, Marcos estava quieto e com o olhar distante, sentado sozinho num banco da sala de embarque, escutando música pelo MP3 player como qualquer um. Esperava o mesmo vôo atrasado que eu, para Congonhas. Pedi licença e disse que conhecia ele. Ele pareceu surpreso, mas feliz ao mesmo tempo, pelo reconhecimento no meio de tanta gente apressada e &#8220;importante&#8221;. A conversa foi uma típica conversa de nerds, mas com alguns pitacos de poesia, especialmente ao descrever as sensações de se ver nosso lar, a Terra, do espaço, com direito a contar detalhes sobre as visões maravilhosas de tempestades vistas de cima (bem de cima), do mundo a noite (luzes das cidades) e toda sorte de curiosidades sobre o espaço e a Terra vista de cima, pelos próprios olhos, ao vivo. O embarque já estava sendo anunciado e eu também não queria atrapalhar sua espécie de meditação. Tenho certeza de que ele, com o seu fone de ouvido (ele não tirou durante todo o vôo), sonhava ou recordava os momentos que passou lá em cima,  numa posição extremamente previlegiada, voando mais alto que todos nós.</p>
<p>Deu tempo de bater uma foto na fila de embarque, claro. =)</p>
<div id="attachment_1999" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1999" title="Marcos_Pontes_Astronauta" src="http://www.cfgigolo.com/unsorted/Image1-300x225.jpg" alt="Marcos Pontes e Alex Hubner" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Marcos Pontes</p></div>
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		<title>Procedural ou OO?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[ColdFusion]]></category>

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		<description><![CDATA[Antigo, mas é leitura recomendada: http://www.advantexllc.com/blog/post.cfm/how-oo-almost-destroyed-my-business Moral da história: use o que resolve o seu problema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antigo, mas é leitura recomendada:</p>
<p><a href="http://www.advantexllc.com/blog/post.cfm/how-oo-almost-destroyed-my-business">http://www.advantexllc.com/blog/post.cfm/how-oo-almost-destroyed-my-business</a></p>
<p>Moral da história: use o que resolve o seu problema.</p>
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		<title>Cyberbullying</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 00:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Leitura recomendada: Cyberbullying, de Rosana Hermann.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leitura recomendada: <a href="http://www.digestivocultural.com/ensaios/ensaio.asp?codigo=303" target="_blank">Cyberbullying</a>, de Rosana Hermann.</p>
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		<title>Ode ao desenvolvedor&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 02:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundinho corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Compaixão e união meus caros. Um dia seremos reconhecidos! E você? Já recebeu um abraço hoje? Então sinta-se abraçado!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="494" height="301" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://blip.tv/play/gYwjwZJqjdEh" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="494" height="301" src="http://blip.tv/play/gYwjwZJqjdEh"></embed></object></p>
<p>Compaixão e união meus caros. Um dia seremos reconhecidos!</p>
<p>E você? Já recebeu um abraço hoje? Então sinta-se abraçado!</p>
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		<title>Lei Áurea&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 17:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundinho corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[User Groups]]></category>

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		<description><![CDATA[Lula sanciona mudanças na Lei do Estágio Será que as farras vão diminuir ou as empresas vão continuar encontrando maneiras de fazer o &#8220;bem bolado&#8221; tão conhecido (contratar um &#8220;estagiário&#8221; para fazer o trabalho de um analista, as vezes dois ou três)&#8230; ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/09/26/ult105u7045.jhtm">Lula sanciona mudanças na Lei do Estágio</a></p>
<p>Será que as farras vão diminuir ou as empresas vão continuar encontrando maneiras de fazer o &#8220;bem bolado&#8221; tão conhecido (<em>contratar um &#8220;estagiário&#8221; para fazer o trabalho de um analista, as vezes dois ou três</em>)&#8230; ?</p>
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		<title>CF Eventos</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 02:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Hubner</dc:creator>
				<category><![CDATA[ColdFusion]]></category>

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		<description><![CDATA[Deve ser do mesmo grupo empresarial / holding que mantém a Macromídia e a Megatrio&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1949" class="wp-caption alignnone" style="width: 235px"><a href="http://www.cfgigolo.com/unsorted/dsc01044.jpg"><img class="size-medium wp-image-1949" title="CFeventos" src="http://www.cfgigolo.com/unsorted/dsc01044-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Av. JK, São Paulo, 20h30 </p></div>
<p>Deve ser do mesmo grupo empresarial / holding que mantém a <a href="http://www.cfgigolo.com/2005/04/macromidia/">Macromídia</a> e a <a href="http://www.cfgigolo.com/2004/10/megatrio-vs-macromedia-coincidencia/">Megatrio</a>&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tamanho de fonte agora é lei!</title>
		<link>http://www.cfgigolo.com/2008/09/tamanho-de-fonte-agora-e-lei/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 00:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Unsorted]]></category>

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		<description><![CDATA[E agora virou lei: contratos não podem ser em letras minúsculas! Fico espantado ao criarem uma lei que basicamente traduz-se em &#8220;tenha respeito por seu consumidor&#8221;. Mas essa não é a primeira desse tipo. Recentemente tivemos a nova lei para telemarketing, em que um dos parágrafos diz em termos jurídicos &#8220;não desligar na cara do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E agora virou lei: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL770963-9356,00-DRIBLAR+CONSUMIDOR+COM+LETRAS+PEQUENAS+DA+PROCESSO+DIZ+PROCON.html">contratos não podem ser em letras minúsculas</a>! Fico espantado ao criarem uma lei que basicamente traduz-se em &#8220;tenha respeito por seu consumidor&#8221;. Mas essa não é a primeira desse tipo. Recentemente tivemos a <a href="http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL749640-16022,00-EMPRESAS+CORREM+PARA+SE+ADAPTAR+A+NOVA+LEI+DE+TELEMARKETING.html">nova lei para telemarketing</a>, em que um dos parágrafos diz em termos jurídicos &#8220;não desligar na cara do cliente&#8221;&#8230;</p>
<p>Já que estamos nessa linha, sugiro acabar com aquelas frases minúsculas dos rodapés propagandas de TV que praticamente piscam; dizer que &#8220;aparecem&#8221; seria bondade &#8211; elas não ficam nem por um segundo inteiro! O tempo de exibição é pequeno, o texto é longo e mesmo em um TV de 32&#8243; o texto ainda fica pequeno demais para ser lido.</p>
<p>Se for algo que afete diretamente o consumidor, que seja dito e explicitamente. Aliás, o Código de defesa ao Consumidor já prega informação adequada e clara. Com estas leis estamos sendo apenas mais.. ahãn.. &#8220;claros&#8221; com as empresas.</p>
]]></content:encoded>
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