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	<title>CFGIGOLÔ &#187; Fabio Terracini</title>
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	<description>Tecnologia no dos outros é refresco</description>
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		<title>Tamanho de fonte agora é lei!</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 00:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Unsorted]]></category>

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		<description><![CDATA[E agora virou lei: contratos não podem ser em letras minúsculas! Fico espantado ao criarem uma lei que basicamente traduz-se em &#8220;tenha respeito por seu consumidor&#8221;. Mas essa não é a primeira desse tipo. Recentemente tivemos a nova lei para telemarketing, em que um dos parágrafos diz em termos jurídicos &#8220;não desligar na cara do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E agora virou lei: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL770963-9356,00-DRIBLAR+CONSUMIDOR+COM+LETRAS+PEQUENAS+DA+PROCESSO+DIZ+PROCON.html">contratos não podem ser em letras minúsculas</a>! Fico espantado ao criarem uma lei que basicamente traduz-se em &#8220;tenha respeito por seu consumidor&#8221;. Mas essa não é a primeira desse tipo. Recentemente tivemos a <a href="http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL749640-16022,00-EMPRESAS+CORREM+PARA+SE+ADAPTAR+A+NOVA+LEI+DE+TELEMARKETING.html">nova lei para telemarketing</a>, em que um dos parágrafos diz em termos jurídicos &#8220;não desligar na cara do cliente&#8221;&#8230;</p>
<p>Já que estamos nessa linha, sugiro acabar com aquelas frases minúsculas dos rodapés propagandas de TV que praticamente piscam; dizer que &#8220;aparecem&#8221; seria bondade &#8211; elas não ficam nem por um segundo inteiro! O tempo de exibição é pequeno, o texto é longo e mesmo em um TV de 32&#8243; o texto ainda fica pequeno demais para ser lido.</p>
<p>Se for algo que afete diretamente o consumidor, que seja dito e explicitamente. Aliás, o Código de defesa ao Consumidor já prega informação adequada e clara. Com estas leis estamos sendo apenas mais.. ahãn.. &#8220;claros&#8221; com as empresas.</p>
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		<title>Livro Adobe Flex Builder 3: Conceitos e Exemplos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 02:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Flex]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora que o blog está funcionando normalmente (e com o pó devidamente sendo tirado) posso aproveitar e comentar do livro Adobe Flex Builder 3: Conceitos e Exemplos escrito por Daniel Schmit. O livro, da editora Brasport, tem cerca de 160 páginas, muito conteúdo sobre o Flex e o Flex Builder 3 e foi lançado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1926" class="wp-caption alignleft" style="width: 180px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.cfgigolo.com/unsorted/2008/09/capa_livro_flex_daniel_schmitz.jpg"><img class="size-full wp-image-1926" title="capa_livro_flex_daniel_schmitz" src="http://www.cfgigolo.com/unsorted/2008/09/capa_livro_flex_daniel_schmitz.jpg" alt="Capa do livro de Flex do Daniel Schmitz" width="170" height="244" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p>Agora que o blog está funcionando normalmente (e com o pó devidamente sendo tirado) posso aproveitar e comentar do livro <strong>Adobe Flex Builder 3: Conceitos e Exemplos</strong> escrito por <strong>Daniel Schmit</strong>. O livro, da editora <a href="http://www.brasport.com.br/index.php?Escolha=8&amp;Livro=L00287">Brasport</a>, tem cerca de 160 páginas, muito conteúdo sobre o Flex e o Flex Builder 3 e foi lançado em meados de agosto. O Daniel gentilmente me pediu para escrever o <a href="http://www.danielschmitz.net/wp-content/uploads/2008/08/prefacio.pdf">prefácio</a>, o que fiz com muito prazer!</p>
<p>Ao meu ver esse livro cumpre muito bem dois papéis distintos: o primeiro é possibilitar que desenvolvedores iniciantes tenham um contato com esta excelente tecnologia e a partir daí, continuar o aprendizado e expansão do conhecimento com outras fontes.</p>
<p>O segundo papel, e talvez mais importante, é oriundo deste ser primeiro livro sobre a tecnologia Flex em português. Os que acompanham listas de discussão e a comunidade sabem como isto era pedido há tempos, e é fácil relacionar isto com a importância de livros no idioma local para o desenvolvimento de uma base sólida de desenvolvedores, o que consequentemente faz com que as empresas sintam-se mais seguras em adotar a tecnologia em larga escala.</p>
<p>Quem sabe este livro não fomente que outros desenvolvedores escrevam livros? E olha que eu conheço um bocado deles com este potencial!</p>
<p>O livro também está à venda no próprio site da <a href="http://www.brasport.com.br/index.php?Escolha=8&amp;Livro=L00287">Brasport</a>, na <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2595165&amp;ID=42F947737D8090E0C26310675">Saraiva</a> e também na <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2542163&amp;sid=18523415910914852047265553&amp;k5=169278B8&amp;uid=">Livraria Cultura</a>.</p>
<p><strong>Update</strong>: O Alex comentou comigo que esta semana livro constava como o <strong>5° livro mais vendido de informática</strong> na Saraiva! Parabéns Daniel!</p>
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		<title>Introdução ao Cairngorm</title>
		<link>http://www.cfgigolo.com/2008/07/introducao-ao-cairngorm/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 17:07:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cairngorm]]></category>
		<category><![CDATA[Flex]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada como um post sobre Cairngorm e Flex para tirar um pouco de pó deste blog! Nos últimos tempos eu não tenho trabalhado com o Flex (e conseqüentemente nem com o Cairngorm&#8230;) mas eventualmente eu dou uma navegada na Internet em sites e blogs sobre esses assuntos para me manter informado e sentir aquela nostalgia.. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada como um post sobre Cairngorm e Flex para tirar um pouco de pó deste blog! Nos últimos tempos eu não tenho trabalhado com o Flex (e conseqüentemente nem com o Cairngorm&#8230;) mas eventualmente eu dou uma navegada na Internet em sites e blogs sobre esses assuntos para me manter informado e sentir aquela nostalgia..</p>
<p>Enfim, o ponto é que a Adobe disponibilizou um treinamento do Cairngorm que é parte integrando do treinamento oficial. É um documento sucinto, com pouco mais de 40 páginas. Acredito que ele <b>não </b>deva ser utilizado como única fonte de informação sobre o assunto, mas é uma excelente introdução explicando inclusive oo propósito do Cairngorm (e não apenas sua codificação, como ocorre em outros tutoriais/artigos/etc).</p>
<p>Leia mais no post &#8220;<a href="http://www.adobe.com/devnet/flex/articles/introducing_cairngorm.html">Introducing Cairngorm</a>&#8221; no site da Adobe. </p>
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		<title>Lançamento do livro Internet: O Encontro de 2 Mundos</title>
		<link>http://www.cfgigolo.com/2008/06/lancamento-do-livro-internet-o-encontro-de-2-mundos/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 03:31:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experiência do Usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos artigos que escrevi sobre experiência do usuário está no livro Internet: O Encontro de 2 Mundos, um livro sobre tecnologia e internet que assume o risco de fugir do aspecto meramente técnico e apresenta insights e crônicas inteligentes sobre a internet e seu mercado. Fiquei muito contente com o resultado final! O coquetel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos artigos que escrevi sobre experiência do usuário está no livro Internet: O Encontro de 2 Mundos, um livro sobre tecnologia e internet que assume o risco de fugir do aspecto meramente técnico e apresenta <em>insights</em> e crônicas inteligentes sobre a internet e seu mercado. Fiquei muito contente com o resultado final!</p>
<p>O coquetel de lançamento será nessa quarta-feira, <strong>dia 4/Junho a partir das 19:00 na Fnac da Av. Paulista</strong>. Diversos autores estarão por lá (eu inclusive!) e será uma excelente oportunidade de trocar figurinhas sobre tecnologia, internet e de quebra fazer um networking! O evento será aberto ao público.</p>
<p>O livro já está disponível para compra em alguns locais, como <a href="http://www.tishop.com.br/detalhe_produto.php?produto=895">TIShop</a> e <a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2543042&#038;PAC_ID=6297">Saraiva</a>. Confira mais sobre o projeto e os autores das crônicas no <a href="http://imasters.uol.com.br/livro/">site do livro</a>.</p>
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		<title>Flex Coding Guidelines e Cairngorm</title>
		<link>http://www.cfgigolo.com/2008/03/flex-coding-guidelines-e-cairngorm/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 23:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cairngorm]]></category>
		<category><![CDATA[Flex]]></category>

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		<description><![CDATA[Wojciech Jakub Ptak, um desenvolvedor Flex da Noruega com um nome um tanto complicado de se escrever, aproveitou o Adobe Flex Coding Guidelines que escrevi na DClick (que também conta versão em português) e estendeu o documento, acrescentando alguns tópicos interessantes. Achei fantástica a iniciativa de complementar o documento! Se ele concorda com o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Wojciech Jakub Ptak, um desenvolvedor Flex da Noruega com um nome um tanto complicado de se escrever, aproveitou o <a href="http://blog.dclick.com.br/2007/02/13/adobe_flex_coding_guidelines_english/">Adobe Flex Coding Guidelines</a> que escrevi na DClick (que também conta <a href="http://blog.dclick.com.br/2007/02/10/adobe-flex-coding-guidelines/">versão em português</a>) e <a href="http://nordicnets.com/main/?p=18">estendeu o documento, acrescentando alguns tópicos interessantes</a>.</p>
<p>Achei fantástica a iniciativa de complementar o documento! Se ele concorda com o que está ali, não há necessidade de criar algo completamente novo simplesmente para chamar de seu. Esse é um modelo, aliás, pelo qual outros documentos e artigos poderiam evoluir naturalmente.</p>
<p>Bem, ainda não li o documento que ele disponibilizou por inteiro, mas ele é basicamente o que está disponível no site da DClick com três tópicos novos: Adobe Cairngorm, E4X Guidelines e Regular Expressions.</p>
<p>Particularmente, embora eu acho interessante ter um &#8220;Cairngorm Coding Guidelines&#8221;, eu não acho que este deva estar dentro de um &#8220;Flex Coding Guidelines&#8221;. Fazendo assim, presume-se que o Cairngorm deve ser utilizado sempre que se utilizar o Flex, e isso não é todo verdade. Aliás, nenhum framework é tão perfeito e abrangente que resolve todos os problemas. Frameworks resolvem problemas específicos, então só os use se você tiver os problemas que ele visa resolver. Ou ainda, <a href="http://blog.dclick.com.br/2008/03/14/flex-e-o-mvc/#comments">como diz o Beck</a>, não se deve achar que um framwork sozinho é a solução, e sim que ele é apenas um ponto de partida.</p>
<p>Nessa linha, há um antigo post do Steven Webster que continua válido: <a href="http://weblogs.macromedia.com/swebster/archives/2006/08/why_i_think_you.cfm">Why I think you shouldn&#8217;t use Cairngorm</a>. Pensei que já havia publicado esse link auqi no CFGigolô, mas não o achei. De qualquer modo, a leitura é bem interessante, principalmente para os iniciantes em desenvolvimento.</p>
<p>Por favor, não me levem ao extremo: eu acho o Cairngorm fantástico e recomendo a todos os desenvolvedores que dêem uma olhada nele pois <a href="http://www.dclick.com.br">ele já se provou muito eficiente</a> e tive ótimas experiências com ele.</p>
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		<title>Contratação por potencial</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 17:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frase do dia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Normally, I&#8217;m pretty happy to hire inexperienced but bright people and let them learn on the job. Even for fairly important jobs, like, say, President of the United States.&#8221; - Joel Spolsky A propósito: o cara sabe escrever anúncios de empregos como ninguém! Eu particularmente também sou bem adepto das contratações por potencial e competências, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Normally, I&#8217;m pretty happy to hire inexperienced but bright people and let them learn on the job. Even for fairly important jobs, like, say, President of the United States.&#8221;</p></blockquote>
<p>- Joel Spolsky</p>
<p>A propósito: o cara <a href="http://www.joelonsoftware.com/items/2008/03/07.html">sabe escrever anúncios de empregos</a> como ninguém!</p>
<p>Eu particularmente também sou bem adepto das contratações por potencial e competências, e não necessariamente pelo conhecimento técnico que a pessoa possui. Isso dá pano para manga para escrever um post sobre o assunto!</p>
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		<title>Testes primeiro!</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 04:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Seis razões para desenvolver seus testes primeiro. Interessante (e curto) artigo sobre algumas das vantagens mais tangíveis do TDD, com uma pitada de humor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lispcast.com/2008/01/6-reasons-to-develop-your-tests-first/">Seis razões para desenvolver seus testes primeiro</a>. Interessante (e curto) artigo sobre algumas das vantagens mais tangíveis do TDD, com uma pitada de humor.</p>
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		<title>Piada do Programador Estrela</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jan 2008 23:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Unsorted]]></category>

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		<description><![CDATA[Um programador mediano estava sendo entrevistado para um emprego em uma grande fábrica de software: &#8220;E quais são suas pretensões salariais?&#8221;, perguntou o entrevistador, depois de ouvir longas e digressões do candidato sobre a sua própria capacidade e seu &#8220;score&#8221; numa provinha de certificação. &#8220;Aproximadamente uns vinte mil reais por mês, mais benefícios.&#8221;, respondeu, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um programador mediano estava sendo entrevistado para um emprego em uma grande fábrica de software: &#8220;E quais são suas pretensões salariais?&#8221;, perguntou o entrevistador, depois de ouvir longas e digressões do candidato sobre a sua própria capacidade e seu &#8220;score&#8221; numa provinha de certificação. &#8220;Aproximadamente uns vinte mil reais por mês, mais benefícios.&#8221;, respondeu,  e com ar todo empertigado, arrematou: &#8220;Quais os benefícios que a sua empresa oferece?&#8221;. E o entrevistador, depois de pouco pensar, responde: &#8220;Normalmente, férias de 6 semanas por ano, fundo de pensão para complementar sua aposentadoria, um carro novo a cada dois anos, cartões de crédito, título de um clube, plano de saúde integral para todos os dependentes e viagem aos Estados Unidos duas vezes por ano.&#8221; &#8220;Você está brincando?&#8221; &#8211; pergunta o programador. &#8220;É claro! Mas foi você quem começou!&#8221;</p>
<p>(Originalmente criada pelo Alex meses há atrás, e hoje adaptada para o blog&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MVC: Model View Controller e os Três Macacos</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 03:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cairngorm]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre MVC, e no desenvolvimento de aplicativos em Flex comenta-se muito em relação a ele também. Embora o próprio modelo de desenvolvimento de aplicativos em Flex já possibilite o desenvolvimento de aplicativos em MVC, o advento de frameworks e micro-arquiteturas como o Cairngorm fomenta ainda mais a discussão sobre o MVC. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala sobre MVC, e no desenvolvimento de aplicativos em Flex comenta-se muito em relação a ele também. Embora o próprio modelo de desenvolvimento de aplicativos em Flex já possibilite o desenvolvimento de aplicativos em MVC, o advento de frameworks e micro-arquiteturas como o Cairngorm fomenta ainda mais a discussão sobre o MVC.</p>
<p>E a estrutura para entender o MVC, uma vez que ele é um padrão de arquitetura (alguns o chamam de framework, de paradigma, etc.. mas acredito que chamá-lo de arquitetural seja mais significativo) é o mesmo do entendimento de um design pattern: entender o problema (que é a motivação para o surgimento de um padrão), entender o padrão, e por fim entender como o padrão resolve o nosso problema.</p>
<p>A partir do momento que o software começa a ficar grande e complexo demais e que muitos dados são apresentados para o usuário, sentimos a necessidade de separar os dados (model) da interface (a view), de modo que as mudanças na UI não mudem o modo como gerenciamos os dados. E isso é feito desacoplando (removendo a relação direta) da user interface do acesso aos dados através de um elemento adicional, o controller, que irá intermediar essa relação.</p>
<p>Assim, a responsabilidade de cada um dos três elementos fica bem definida:</p>
<p>O <b>Model</b> representa as informações do domínio do aplicativo (a Folha de Pagamento, por ex) e fornece funções para operar os dados (calcular o total da Folha, por ex.), isto é, ele que expõe as funcionalidade do aplicativo. O Model também é responsável por notificar a View quando os dados forem alterados.</p>
<p>A <b>View</b>, objetivamente, deve renderizar o Model e possibilitar a interação do usuário, bem como consultar ao Model quando este notificá-la de que houve alterações nos dados afim de manter a consistência entre ambos.</p>
<p>O <b>Controller</b>, o maestro da orquestra, responde às ações dos usuários (um clique, por exemplo), possibilita mudanças no Model (fazer uma requisição ao servidor e obter novos dados, por exemplo) e seleciona a View correspondente.</p>
<p>E deste modo, desacoplando a View do Model e com a separação de responsabilidade, reduz-se consideravelmente o nível de complexidade do software, permitindo também uma maior especialização e foco do desenvolvedor, algo de extrema importância hoje em dia com a necessidade cada vez maior de interfaces com o usuários mais efetivas.</p>
<p>Esse fluxo pode ser sintetizado conforme a imagem abaixo, cujo original é da Sun:</p>
<p><a href="http://www.cfgigolo.com/unsorted/mvc_diagrama_sun.jpg"><img alt="mvc_diagrama_sun.jpg" src="http://www.cfgigolo.com/unsorted/mvc_diagrama_sun-thumb.jpg" width="400" height="242" /></a></p>
<p>Um ponto importante aqui é não confundir o MVC com desenvolvimento em Três Camadas. Desenvolvimento em Três Camadas é uma arquitetura para softwares cliente-servidor, e as camadas representam sistemas distintos (camada de apresentação, camada de negócios e camada de dados, que podem, análoga e respectivamente, ser um aplicativo em Flex, o código Java no servidor e um banco de dados). E fundamentalmente a camada de apresentação nunca pode acessar os dados diretamente, isto é, deve passar pela camada intermediária (ou pelas camadas, já que há sistemas com mais de três camadas).</p>
<p>E embora MVC e Três Camadas pareçam significar a mesma coisa, o nível em que eles atuam é bem diferente. Enquanto o MVC trata do código do aplicativo propriamente dito, o desenvolvimento em Três Camadas refere-se a um nível topologicamente mais alto (entre os sistemas). Outra diferença vital é que em Três Camadas o fluxo é linear (da camada de apresentação para a de negócios, de negócios para dados, voltando de dados para negócios e de negócios para dados), em MVC é triangular (a View envia um comando para o Controller, que por sua vez atualiza o Model e a View é consulta os novos dados no Model). Portanto, não vamos confundir as coisas!</p>
<p>E as implementações em MVC variam de acordo com a linguagem, claro. Mas nada disso é realmente novo, e há algo mais que gostaria de apresentar aqui, agora que já estamos contextualizados.</p>
<p>Eu e Beck Novaes, quando trabalhávamos juntos em um projeto educacional e de treinamento em desenvolvimento em Adobe Flex e Cairngorm, criamos uma série de idéias e conceitos, dos quais uma delas era relacionada à MVC.</p>
<p>Você provavelmente já escutou a história dos Três Macacos Sábios, não é mesmo? Muito possivelmente associada a Gandhi, que sempre levava consigo os três totens dos macaquinhos.  Um os macacos está tampando os olhos, outro tampando os ouvidos e o terceiro tampando a boca, representando “não veja o mal, não ouça o mal, não fale o mal”.</p>
<p>Da mesma forma, apresento os <b>Macacos MVC</b> (ou MVC Monkeys para os gringos&#8230;):</p>
<ul>
<li>A <b>View é muda</b>, mas faz gestos (<i>user gestures</i>) para o Controller e escuta mudanças no Model;</li>
<li>O <b>Model é cego</b>, mas escuta o Controller e fala para a View sobre as  mudanças nele próprio;</li>
<li>O <b>Controller é surdo</b>, fala para o Model quando mudar de estado e vê os gestos da View.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.cfgigolo.com/unsorted/mvc_monkeys.jpg"><img alt="mvc_monkeys.jpg" src="http://www.cfgigolo.com/unsorted/mvc_monkeys-thumb.jpg" width="400" height="284" /></a></p>
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		<title>Resenha: As Leis da Simplicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 18:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Terracini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Certa vez ouvi falar de uma fita de vídeo chamada “Como dizer o que você tem a dizer em 5 minutos?”, mas que tinha mais de uma hora de duração. Um tanto questionável, não é mesmo? A resposta do autor era simples: “Ninguém compraria uma fita com apenas 5 minutos de duração!”. John Maeda, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez ouvi falar de uma fita de vídeo chamada “Como dizer o que você tem a dizer em 5 minutos?”, mas que tinha mais de uma hora de duração. Um tanto questionável, não é mesmo? A resposta do autor era simples: “Ninguém compraria uma fita com apenas 5 minutos de duração!”.</p>
<p>John Maeda, em contrapartida, seguiu suas próprias leis. Utilizando-se das duas primeiras leis, Reduzir e Organizar, escolheu 10 das 16 leis que tinha em mente, e de acordo com a terceira, Tempo, escreveu um livro curto de 100 páginas, que pode ser lido rapidamente.</p>
<p>A cada capítulo eu associava a lei em questão com situações do dia a dia e vários pensamentos me vinham à cabeça. As leis são concisas, e o livro, além de criativo, com muitas histórias e comparações com a vida real, é livre de jargões tecnológicos e muito mais focado em negócio do que nessa ou naquela tecnologia – o que para mim é muito positivo.</p>
<p>Contudo, não nego que em razão da “buzz” que ocorreu com o livro, eu esperava mais. Mas fazendo uma análise fria do preço do livro, do tempo que levei para ler, da introdução ao assunto da simplicidade e das perguntas que ele me fez fazer, considero uma boa leitura.</p>
<p>Assim, se você procura um livro com dez leis que possam ser traduzidos em dez passos para aplicar simplicidade em seu negócio (ou para aplicar em seu website), <b>esse livro não é para você</b>. O livro em si é uma ótima base para questionamentos e fomenta muitas perguntas, de modo que você próprio deve decidir como e o quão simples seu produto ou serviço pode e deve ser.</p>
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