No sey cuanto a ustedes, pero hoy, jo me voy hablar portunhol el dia todo... No dejem de hacier classes antes de salirem hablando portunol erado heim?!! Recomiendo empessarem com lo nivél basico. No dé vejame, és muy feo y tambiem una situación my chata para con los que hablam portunhol perfectamiente como jo. E por falar en lingueas, no dejen de conocer un post sobre el assumpto, clique acá.
Unsorted: outubro 2005 Archives
Já que estão todos declarando seu voto, gostaria de fazer o mesmo. Pois eis que eu voto NÃO. Primeiro porque sou contra o governo tratar esta a questão de maneira tão irresponsável. Primeiro faz-se necessário proporcionar a segurança e paz necessária para ponderarmos a respeito. Segundo porque vai custar uma grana preta, quase o equivalente a uma eleição, e não vai decidir absolutamente nada. Não tem poder de veto, não tem poder decisório, não tem razão de existir. Há pouquíssimas armas legalizadas no Brasil. Se o referendo proibir a comercialização de armas para quem tiver essa necessidade ou vontade não vai refrescar nada. É coisa de 3 mil armas legalizadas (por ano) contra 8 milhões clandestinas. Entre muitas outras razões que não cabem aqui.
Outro fato: existe uma enorme diferença entre ter uma arma e poder usá-la onde bem quiser. Você pode ter uma arma para defender a sua casa, mas isso não quer dizer que você pode usá-la na rua, como no faroeste. Para isso você precisa ter porte de arma. No último ano, só foram outorgados 400 portes de armas em todo país. Portanto, votar "não" não significa apoiar o bang-bang, como o horário "gratuito" vem explicando. O dinheiro empregado no referendo deveria ter ido para a Educação (que Lulinha não priorizou) ou para a Cultura (onde Gilzinho não fez p_ nenhuma). O resto é conversa fiada.
O problema não está com as armas, mas sim com quem as porta. É sabido que os acidentes de carro são a maior causa de morte violenta entre jovens de 17 a 24 anos no país (e no mundo todo). No entanto, qualquer zé mané tirava carta antes do novo código. Pela lógica deste governo que está aí, o problema da violência no trânsito seria bem simples resolver: bastaria fazer um referendo perguntando: "Você é a favor da proibição da venda e comercialização legal de veículos no Brasil?" Ficaria tudo resolvido né?.... Claro que não. O caminho não é por aí. Assim como no código de trânsito, devem existir regras mais rígidas para se portar uma arma (em casa (registro) ou para porte), incluindo controle sobre as mesmas, exames períodicos para quem porta, treinamento, etc. No fundo já temos isso em funcionamento, só que ninguém fala. É o estatuto do desarmamento, em vigor desde 2003 (primeiro ano do Lulinha "paz-e-amor").
[neste post foram usados textos do Blog do TAS]

