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Lançamento do livro Internet: O Encontro de 2 Mundos

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Um dos artigos que escrevi sobre experiência do usuário está no livro Internet: O Encontro de 2 Mundos, um livro sobre tecnologia e internet que assume o risco de fugir do aspecto meramente técnico e apresenta insights e crônicas inteligentes sobre a internet e seu mercado. Fiquei muito contente com o resultado final!

O coquetel de lançamento será nessa quarta-feira, dia 4/Junho a partir das 19:00 na Fnac da Av. Paulista. Diversos autores estarão por lá (eu inclusive!) e será uma excelente oportunidade de trocar figurinhas sobre tecnologia, internet e de quebra fazer um networking! O evento será aberto ao público.

O livro já está disponível para compra em alguns locais, como TIShop e Saraiva. Confira mais sobre o projeto e os autores das crônicas no site do livro.

The Hub São Paulo

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Estou ajudando este interessante projeto para que o mesmo comece a funcionar o mais rápido possível. Vale a pena conhecer a idéia e o lugar - que tem tudo (inclusive em termos de tecnologia) para se tornar um marco na cidade e na vida de geeks como eu e você. Quem sabe não faço de lá minha segunda casa? ;-) Você pode ajudar também.

Estamos procurando alguém que tenha experiência e domínio em soluções de telefonia, de preferência usando Asterisk. Se você é uma destas pessoas, mora em São Paulo, e se identifica com o projeto e com a idéia, escreva.

Testes primeiro!

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Seis razões para desenvolver seus testes primeiro. Interessante (e curto) artigo sobre algumas das vantagens mais tangíveis do TDD, com uma pitada de humor.

MVC: Model View Controller e os Três Macacos

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Muito se fala sobre MVC, e no desenvolvimento de aplicativos em Flex comenta-se muito em relação a ele também. Embora o próprio modelo de desenvolvimento de aplicativos em Flex já possibilite o desenvolvimento de aplicativos em MVC, o advento de frameworks e micro-arquiteturas como o Cairngorm fomenta ainda mais a discussão sobre o MVC.

E a estrutura para entender o MVC, uma vez que ele é um padrão de arquitetura (alguns o chamam de framework, de paradigma, etc.. mas acredito que chamá-lo de arquitetural seja mais significativo) é o mesmo do entendimento de um design pattern: entender o problema (que é a motivação para o surgimento de um padrão), entender o padrão, e por fim entender como o padrão resolve o nosso problema.

A partir do momento que o software começa a ficar grande e complexo demais e que muitos dados são apresentados para o usuário, sentimos a necessidade de separar os dados (model) da interface (a view), de modo que as mudanças na UI não mudem o modo como gerenciamos os dados. E isso é feito desacoplando (removendo a relação direta) da user interface do acesso aos dados através de um elemento adicional, o controller, que irá intermediar essa relação.

Assim, a responsabilidade de cada um dos três elementos fica bem definida:

O Model representa as informações do domínio do aplicativo (a Folha de Pagamento, por ex) e fornece funções para operar os dados (calcular o total da Folha, por ex.), isto é, ele que expõe as funcionalidade do aplicativo. O Model também é responsável por notificar a View quando os dados forem alterados.

A View, objetivamente, deve renderizar o Model e possibilitar a interação do usuário, bem como consultar ao Model quando este notificá-la de que houve alterações nos dados afim de manter a consistência entre ambos.

O Controller, o maestro da orquestra, responde às ações dos usuários (um clique, por exemplo), possibilita mudanças no Model (fazer uma requisição ao servidor e obter novos dados, por exemplo) e seleciona a View correspondente.

E deste modo, desacoplando a View do Model e com a separação de responsabilidade, reduz-se consideravelmente o nível de complexidade do software, permitindo também uma maior especialização e foco do desenvolvedor, algo de extrema importância hoje em dia com a necessidade cada vez maior de interfaces com o usuários mais efetivas.

Esse fluxo pode ser sintetizado conforme a imagem abaixo, cujo original é da Sun:

mvc_diagrama_sun.jpg

Um ponto importante aqui é não confundir o MVC com desenvolvimento em Três Camadas. Desenvolvimento em Três Camadas é uma arquitetura para softwares cliente-servidor, e as camadas representam sistemas distintos (camada de apresentação, camada de negócios e camada de dados, que podem, análoga e respectivamente, ser um aplicativo em Flex, o código Java no servidor e um banco de dados). E fundamentalmente a camada de apresentação nunca pode acessar os dados diretamente, isto é, deve passar pela camada intermediária (ou pelas camadas, já que há sistemas com mais de três camadas).

E embora MVC e Três Camadas pareçam significar a mesma coisa, o nível em que eles atuam é bem diferente. Enquanto o MVC trata do código do aplicativo propriamente dito, o desenvolvimento em Três Camadas refere-se a um nível topologicamente mais alto (entre os sistemas). Outra diferença vital é que em Três Camadas o fluxo é linear (da camada de apresentação para a de negócios, de negócios para dados, voltando de dados para negócios e de negócios para dados), em MVC é triangular (a View envia um comando para o Controller, que por sua vez atualiza o Model e a View é consulta os novos dados no Model). Portanto, não vamos confundir as coisas!

E as implementações em MVC variam de acordo com a linguagem, claro. Mas nada disso é realmente novo, e há algo mais que gostaria de apresentar aqui, agora que já estamos contextualizados.

Eu e Beck Novaes, quando trabalhávamos juntos em um projeto educacional e de treinamento em desenvolvimento em Adobe Flex e Cairngorm, criamos uma série de idéias e conceitos, dos quais uma delas era relacionada à MVC.

Você provavelmente já escutou a história dos Três Macacos Sábios, não é mesmo? Muito possivelmente associada a Gandhi, que sempre levava consigo os três totens dos macaquinhos. Um os macacos está tampando os olhos, outro tampando os ouvidos e o terceiro tampando a boca, representando “não veja o mal, não ouça o mal, não fale o mal”.

Da mesma forma, apresento os Macacos MVC (ou MVC Monkeys para os gringos...):

  • A View é muda, mas faz gestos (user gestures) para o Controller e escuta mudanças no Model;
  • O Model é cego, mas escuta o Controller e fala para a View sobre as mudanças nele próprio;
  • O Controller é surdo, fala para o Model quando mudar de estado e vê os gestos da View.

mvc_monkeys.jpg

Spaghetti datacenters

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Sinta o drama: http://www.vibrant.com/cable-messes.php. Este deve ser o NOC. ;-)

Sony Vaio review: péssimo teclado

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Trabalho novo, computador novo. Estou usando um Sony Vaio VGN-CR150A, comprado na FastShop do shopping Market Place, nesta promoção. Até hoje sempre fui usuário de notebooks Dell, mas devido a grande demora para entregar (em alguns casos a Dell está demorando um mês e meio para se entregar um notebook de configuração mais avançada), jobs para "ontem", resolvi arriscar o Sony Vaio. As especificações da máquina são de tirar o fôlego e dispensam apresentações. O notebook é baseado na novíssima plataforma Intel Santa Rosa. Conta com 2Gb de RAM (atualizável até 4Gb), FSB de 800Mhz, porta firewire, bluetooth, HD de 120Gb SATAII, leitor de cartões, boa oferta de entradas USB e controles de áudio (play, stop, forward, etc), de volume e outras firulas. Vêem com o Windows Vista Home Premium, que acabei removendo em detrimento do Windows Vista Ultimate (por conta do IIS7 e o suporte ao idioma inglês na interface - e também porque eu ganhei de presente da Microsoft ;-)). A configuração de hadware e software me atende perfeitamente (apesar de eu ter saudade do Windows XP). Destaque para o design atraente (é um WinMac, literalmente), e para a excelente tela com XBRITE (realmente torna mais confortável utilizar 1280x800 em uma tela de 14'1), a webcam embutida e o posicionamento das entradas USB e monitor adicional nas laterais, ao invés da traseira (eu prefiro assim).

Mas as qualidades param por aí. Eu já tinha usado um Sony Vaio do meu irmão no passado. Na ocasião xinguei muito o seu layout de teclado, mas imaginei que fosse uma exclusividade daquele modelo, minúsculo, com tela de 12'1 e teclado proporcional. Por isso me esqueci totalmente de observar o layout do teclado na hora de comprar (eu sei, eu sei... burro é assim mesmo). Só me toquei depois que efetivamente comecei a usar o dito cujo (bem feito). A Sony continua a mesma... (sem comentários - a Sony teima em não seguir padrões para várias coisas, de plugs USB a teclados de computador). O layout é para o português (com o Ç), mas a Sony insiste em colocar teclas fundamentais em lugares estúpidos e com acessos mais estúpidos ainda. Os exemplos mais irritantes são as teclas PgUp, PgDn, End e Home. Elas só são acessíveis/ativadas pressionando a tecla FN (function). A barra esquerda "/" (mais utilizada que a direita "\" vide URLs) e o ponto de interrogação foram parar em lugares estúpidos também. Elas só podem ser usadas/ativadas ao se pressionar AltGr + Q (para a /) e W (para o ?) - veja imagem. É de irritar qualquer um. Estou usando há uma semana e ainda não consegui ganhar fluência. Mas isso não é a única surpresa do teclado...

Eu não sei se é uma questão de estética ou se tem alguma função (como blindagem contra líquidos, baba o qq. coisa do gênero). Mas esse teclado novo, modernoso (o argumento do vendedor da Sony era: é igual ao do MacBook - e de fato, é idêntico - exceto pelo layout), é uma bosta droga. As teclas são pouquíssimo sensíveis, você tem que teclar dando porrada para não comer letras. O backspace muitas vezes não funciona, você pressiona uma tecla mas ela não sai... Um exemplo: ao digitar palavras que levam duas letras juntos (como o "R" em "irritar"), frequentemente o segundo "r" falha, coisa que você só vai perceber umas cinco teclas depois. Para um digitador voraz como eu (mas que digita quase sem fazer barulho, de tão leve), é uma péssima escolha. O espaço entre as teclas ficou maior que o normal (deve ser por isso que a Sony escondeu algumas teclas em lugares estúpidos) O espaço entre teclas continua igual (aproximadamente 20mm entre os centros), mas o teclado não tem a sensibilidade necessária para quem está acostumado a usar notebooks e digitar rápido, apesar de alguns reviews serem favoráveis (mas dizendo que, de fato, mudou o "feeling"). Eu digo que mudou, e para reduzir a produtividade... (mais comentários negativos aqui). Talvez o meu pai, com o seu ritmo de 10 toques por minuto, goste. Eu detestei, e estou sofrendo (inclusive ao digitar esse texto). Trabalhar com um teclado assim cansa e estressa: a sensação é que você virou um analfabeto de teclado.

Em suma: é uma máquina poderosa e bem equilibrada (apesar do preço salgado), mas com um péssimo, digo PÉSSIMO teclado, por mais modernoso e bonito que seja. Para designers que usam o mouse e valorizam um design "prafrentex" (se bem que estes deveriam estar usando Macs), até vale a pena. Para mim está sendo uma experiência de mediana a ruim, em grande parte por conta do teclado... Vou ver a possibilidade de trocá-lo assim que a garantia terminar (isso se eu não trocar de notebook até lá).

Em tempo: se você pretende usar Windows XP (por questões de compatibilidade com outros softwares ou mesmo por escolha), esqueça. A Sony só oferece drivers para o Vista em seu site de suporte. Falei dos CDs/DVDs de recuperação? Hmmm, eles não existem. Não se assuste (como eu) se não achar os ditos cujos na caixa do produto, eles não vêem mesmo (aliás, a documentação é quase nula). Em contrapartida existe uma partição de 8Gb no HD, que se chama "recovery". Instruções de como reparar o seu computador em caso de ataque por vírus ou coisa do gênero utilizando essa partição não existem na parca documentação impressa que vêem na caixa. Restará ligar para o suporte. Talvez seja exatamente isso o que eles querem.

Então você também é um notívago?

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Se você, como eu e muitos outros amantes de tecnologia e computadores (deve ser um traço genético), também tem características realmente notívagas, talvez seja hora de mudar para a Suécia: Suecos criam horários especiais para notívagos.

Aproveite e leia também este interessante e esclarecedor post da Patricia (Sinestesia): Notívagos e Sono Bifásico. O meu ritmo de sono e vigília normal (e que infelizmente não posso seguir) é composto por dois ciclos de sono, um de manhã, das 06h00 as 10h00, e outro a noite, das 18h00 as 23h00, sendo que eu sou mais produtivo no intervalo da noite (das 23h00 as 06h00). Mas quem disse que nós podemos viver da maneira que nos é mais natural? Quisera eu ser como um dos meus gatos: dormir 2/3 do dia.

Uma ditadura de idiotas

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Artigo interessante da Prospect Magazine e traduzido para o português pelo UOL: Uma ditadura de idiotas

Fotos do celular

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Há um ano e meio comprei um celular (Motorola V3) que vem com câmera embutida (a câmera do P900 era 640x480, muito ruim). Até hoje só usei a dita cuja para bater foto de placas de carros que me teimam em me bater (sim, eu sou azarado e meio "braço") e outras bizarrices. A partir de agora tentarei capturar cenas que eu acho interessantes. A idéia não é fazer um fotolog, ou coisa do gênero, mas colocar "glimpses" pequenos e de forma bem esporádica (quando me der na telha). Serão fotos apenas do celular, tiradas na correria, e de locais e pessoas que cruzam o meu caminho (ou espera - mais comum em São Paulo). Para começar, snapshots desta semana:

10-08-07_1758.jpg
Monumento às Bandeiras, sexta, 10/08, 17h58.

agencia_africa.jpg
Recepção da Agência Africa, quinta, 09/08 16h36.

Joguinho Neverball

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Ok, nunca fui muito fã de joguinhos no PC (um FlightSimulator vez ou outra), mas este aqui vale a pena (e tem alto potencial de gerar vício): Neverball

É de graça, para Mac, Windows, Linux, FreeBSB e não precisa instalar, basta descompactar e sair jogando. Serve para aplacar o stress (ou aumentá-lo). Jogue 10 minutos e saia cambaleando da cadeira. Muito bom! Pegue as manhas e se torne fera. Mas se certifique de estar equipado com um belo mouse e um mousepad decente, menos ensebado que este aí que você está usando. Se você enjoar (no sentido antigo da palavra mesmo), tente o Neverputt (vem junto no mesmo package), que é um mini-golf bem mais light e menos estimulante (sensorialmente) que o 'nervo'ball... mas ainda sim, muito legal e com pistas diferentes em cada fase.

Será que dá para fazer algo com Flash? Teria a mesma sensibilidade e realismo (não da interface, mas dos movimentos físicos)? E vejam só: usuários de notebooks IBM equipados com a tecnologia HDAPS (Active Protection System) podem segurar o notebook na mão, fazendo-o de bandeja (literalmente) e ir inclinando de acordo com a direção desejada para a bola. Sensacional!

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