Dando continuidade da série (parte 1, parte 2) esta terceira parte é referente à view. O original, de Steven Webster, no qual baseio esse estudo que conduzi com minha equipe, está aqui.
Os pontos mais interessante foram as best practices sugeridas, dentre elas uma que sempre sugeri: nomes semânticos para os elementos (componentes, telas e afins) - não me venha com nomes em código!; e a questão de disparar eventos, muito mais utilizado agora no Cairngorm 2 (e reformulado no Flex 2).
Architecting the View
1. User Experience deve:
- Representar o estado atual da aplicação
- Mostrar telas específicas
- Renderizar o model
2. Rich Internet Application
- Comunicação entre o usuário e a aplicação
- A melhor forma de comunicação é a bidirecional
- User Experience "fala" para o usuário renderizando a view de acordo com o estado
- User Experience "escuta" o que op usuário gostaria de fazer, e responde de acordo
- User gesture
Binding the Model to the View
1. Cairngorm garante que dados dinâmicos mostrados no MXML venham do ModelLocator, apenas.
2. Model notifica a View da mudança através do data-binding
- Desenvolvedor não precisa se preocupar em atualizar vários elementos para refletir mudança
Best Practices for MXML Development
1. Desenvolver pensando em componentes
- Fácil de criar componentes que extendem tags base
- Significado semântico (ex: detalhe do produto): facilidade de ler código, inclusive de outros
2. Acople os componentes mas não fixe-os
- Crie seus eventos que descrevam o que está ocorrendo no nível do usuário (não no nível do Flex)
- De "click=" para "ocorreu o evento productAdded"
- Clareza em pontos de integração

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